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GRAVIDEZ PRECOCE EM ADOLESCENTES

Edilamar Caonetto

Resumo

No Brasil de 1500 até os dias de hoje, a educação do campo ainda tem sofrido os efeitos de colonizadores, além de uma política hegemônica também voltada as grandes corporações e uma economia globalizada. Entretanto quando o Brasil e o mundo adentraram o ano de 2020, ninguém poderia imaginar que milhões de pessoas iriam passar por meses em isolamento social. No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o mundo passava por uma pandemia. A pandemia do coronavírus chegou impondo uma nova ordem, ou seja, outro ritmo para a humanidade. E daí o caos se instalou. No Brasil, além da grave crise sanitária, o país tem passado por uma grave crise econômica e política. A suspensão das atividades letivas presenciais por todo o mundo impôs aos gestores educacionais, professores e estudantes, o desafio de uma adaptação e transformação. Os professores se viram pressionados a migrarem para o ensino online, transferindo e transpondo metodologias e práticas pedagógicas típicas dos espaços de aprendizagem presenciais, em um ensino remoto de emergência. Diante de tantos conflitos e problemas, este artigo tem como objetivo retratar os problemas e desafios da educação durante a pandemia da COVID-19. Além de escancarar as desigualdades econômicas e sociais do Brasil. Por isso, a educação do novo milênio, após a pandemia, terá o desafio e deverá estar permeada por estudos que envolverão a cultura. Cabe ressaltar que após a pandemia possivelmente haverá um maior hibridismo da educação presencial com o EAD, pois cada vez mais os professores estarão preparados para o distanciamento, tendo a possibilidade do surgimento de novas doenças coletivas futuras, sendo que tal probabilidade nunca mais será descartada. Sendo assim, uma crise sanitária só será superada, também, por uma educação melhor.

Palavras-Chave: 

Pandemia; COVID- 19; Educação, Alunos.

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