DIALOGANDO SOBRE O COTIDIANO ESCOLAR: FRONTEIRAS NÃO TÃO SECRETAS

Fatima Ramalho Lefone

Resumo

As reflexões ora apresentadas são inquietações alusivas às ques- tões cotidianas vividas no chão da escola, sentidas dia a dia, tecidas e percebidas, sem a intenção de denominá-las, apenas repensar sobre a (in) visibilidade de ser e fazer, de modos certos ou incertos, mas de forma que possamos considerar os sujeitos humanos constituídos no espaço escolar. Objetivamos, para além das questões técnicas e tarefeiras, anunciar os sujeitos, suas vidas, seus valores, crenças, sentidos, significados e suas formas relacionais como vias fronteiriças, que constroem cotidianos autorreguladores por meio da migração conceitual e a partir de sua auto-hetero-eco capacidade transformadora.

Palavras-Chave: 

Escola; Cotidiano; Complexidade; Fronteiras.

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