MOTIVAÇÃO E AFETIVIDADE NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

Jessicléa Alves de Lima, Thayse Lisboa Moreira da Silva, Maria Carolyne Pessoa Fernandes, Lucinéia Contiero

Resumo

É possível um professor motivar a todos os seus alunos em sala de aula? A busca por estratégias que estimulem o engajamento por parte dos discentes não é uma tarefa fácil. Além de tarefa ser uma trabalhosa, é importante ter a noção de que o professor nunca irá atuar em um âmbito homogêneo, porque tampouco vivemos em uma sociedade com tal qualificação. Ter essa percepção e assumir a complexidade de uma abordagem motivadora, entretanto, não deve impedir o professor de buscar inovar em seu exercício diário de modo a estabelecer uma relação de produtividade agradável com seus alunos. Com base na importância de tornar o ambiente escolar um locus incentivador de produtividade, este artigo é dedicado a questões que envolvem a importância da motivação em sala de aula e de como ela pode ser despertada por meio do afeto. Nomes como Lev Vygotsky (1896-1934), que defendia a influência sociocultural no desenvolvimento das emoções do indivíduo, e Henri Wallon (1879-1962), defensor da afetividade como contribuição fundamental para o estabelecimento de relações sociais saudáveis, principalmente, presenciam o aporte teórico de diálogo entre relatos pedagógicos e reflexões docentes.

Palavras-Chave: 

Motivação; Ensino de línguas; Estratégias de engajamento.

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