PROFISSÃO PROFESSOR – SER OU NÃO SER?
SÓ AMOR NÃO BASTA

Maria de Lourdes Rodrigues dos Santos de Freitas

Resumo

Observando-se que muitos estudantes de Pedagogia ingressam nesse curso certos de que sairão prontos para lecionar, convictos de que seu trabalho dependerá apenas de alguma dedicação aos estudos durante seus três ou quatros anos de formação e de muito afeto pelas crianças, decidiu-se indicar aos mesmos, por meio de pesquisas bibliográficas, quem é esse profissional ator da educação; qual postura deverá assumir diante dos alunos; como assumir sua posição política; como deverá ser sua formação profissional. Constatou-se com os estudos, que o professor deixará a universidade incompleto, por melhor que tenha sido seu curso, com algumas noções pedagógicas e repleto de linguagem técnica, porém despreparado para a realidade que encontrará em sala de aula, devendo assim, dispor-se a uma formação contínua. Ser professor é um ato político em si e que a escolha da profissão deve se dar a partir de vocação legítima, para que não se preste um desserviço pessoal e social. O professor precisará vivenciar a ética em sua prática diária e estar consciente de que servirá de referência aos alunos. Deverá estar comprometido com a sensibilidade humana. Sendo a vida escolar envolvida também por sentimentos, professor e alunos não deverão se deixar abater pelo desânimo e desesperança que os imobiliza diante das dificuldades diárias.

Palavras-Chave: 

Formação; Profissão; Professor.

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