EXCLUSÃO NA EDUCAÇAO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Maria Lucia Silva Souza

O presente artigo o trata da exclusão na educação do Ensino fundamental, tomando por base os excluídos nessa faixa etária de ensino. Compreende-se que o trabalho na educação exige por sua própria natureza, um não material que o profissional da educação esteja constantemente em atualização com relação aos conhecimentos produzidos pela sociedade. A exclusão na educação acontece por falta de um conhecimento elaborado/científico à maioria da população. A chegada dos desiguais na escola, com este novo público acredita-se que novas formas de exclusão foram criadas. Assim, justifica-se a necessidade de pensar a exclusão. A escola é uma instituição marcada pela diversidade, e, durante anos, um de seus principais objetivos era selecionar aqueles considerados melhores, decidindo quem teria condições de prosseguir nos estudos e quem não possuía capacidade intelectual. A legislação garante o acesso a todos, mas em relação à permanência ainda tem muito a avançar, pois ainda há currículos descontextualizados, alto índice de reprovação, principalmente, entre as camadas mais pobres. A parcela de negros, índios e deficientes que chegam ao ensino médio e ao ensino superior é muito pequena, mesmo considerando as cotas existentes, isto demonstra que ao longo de suas vidas escolares há uma interrupção, por abandono, evasão, reprovação, ou pela própria condição financeira, mesmo com as políticas assistenciais. A educação é um direito humano e social, e como tal, precisa ser garantido a todos sem distinção de cor, sexo, gênero ou condição social.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Educação; Direito humano e social; Exclusão no Ensino Fundamental.

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