EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE:
ESTUDO DE ALGUMAS ESPÉCIES DE TARTARUGAS MARINHAS E OS PERIGOS DE EXTINÇÃO

Bruno Nascimento Moura

A sobrevivência das Tartarugas Marinhas ocupa uma posição atualmente voltada à proteção destes animais. Projetos como TAMAR e PAT amenizam os índices de mortalidade, conseguindo manter as espécies que frequentam a costa brasileira. Os processos para a execução das atividades em prol da preservação, confrontam com obstáculos fundamentais: as especificidades de cada espécie e a fragmentação desses dados, entre outros fatores, contribuindo para seu status de “perigo”. Dessa forma, o presente trabalho, desenvolvido por metodologia dedutivo-indireta, teve como objetivo confrontar e analisar dados dessa sobrevivência conjuntamente. Sendo o mesmo desenvolvido por metodologia dedutiva indireta, por meio de conjunto de dados relevantes sobre esses índices. O Brasil tem cinco espécies de tartarugas marinhas que frequentam sua costa: tartaruga cabeçuda(Caretta caretta); tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata); tartaruga-verde ou aruanã (Chelonia mydas); tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea); tartaruga-gigante ou de couro (Dermochelys coriacea) e que estão em status de perigo por sua sobrevivência ser menos favorável aos fatores ambientais e interferências humanas. Há projetos significativos que visam à preservação dessas espécies, contudo os dados obtidos sobre esses índices não são vistos de maneira conjunta pelo fato de que a incidência de desova das tartarugas serem ao longo de todo território nacional, tendo recolhimento dos mesmos, mas sem uma comparação única como especificidades de cada espécie, que interfere diretamente em uma melhor adaptação ao seu meio de vida, portanto ao aumento de seu índice de sobrevivência. Conclui-se que os dados sobre a sobrevivência das tartarugas marinhas mostram que os projetos e grupos de conservação envolvidos conseguem manter algumas espécies com mínimas perdas de mortalidade.

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Sustentabilidade; Tartarugas marinhas; Sobrevivência; Preservação.