RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE AFETIVIDADE FAMILIAR E APRENDIZADO DO ALUNO

Sheire Cristiane Aguilar Medeiros

A parceria entre a Família e a Escola e o papel da afetividade na aprendizagem são os assuntos abordados no presente estudo. Na atualidade as famílias são organizadas dos mais diversos modos, e o modelo tradicional de família nuclear vem se ramificando em diversas configurações. Essas mudanças chegam a escola e promovem reflexões sobre como isso afeta a aprendizagem. O objetivo é compreender o papel de cada instituição e como intervir para que ambas auxiliem a criança a desenvolver-se de forma global. A partir das idéias do teórico Henry Wallon entende-se que a afetividade está associada a cognição, dessa forma é importante compreender como os relacionamentos interferem no ambiente educativo e quais as chances de unir família e escola, para juntas construir um espaço de mediação. Nesse contexto o papel do educador é relevante no sentido de possibilitar, ou não, a aproximação dos responsáveis para dentro dos muros da escola. Para construir o texto buscou-se em Paro (2011), Castro e Regathieri (2010), Freire (1996), Polonia e Dessen (2005), Oliveira (1992), Paro (2011), Wallon (2010), Casarin e Ramos (2007). Explorou-se os documentos ministeriais e as leis: LDB (9.394/1996), Constituição Federal (1988) e Estatuto da Criança e Adolescente (1990). O resultado do estudo demonstra que ainda existem muitos conflitos na relação família e escola, e que a afetividade está estritamente relacionada com a cognição, sendo urgente a qualificação docente frente aos desafios impostos na atualidade.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Baixar texto completo

PDF_ico.png

Afetividade. Aprendizagem. Escola e Família.