SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES: UM DESAFIO PARA O SÉCULO XXI
Luciana Aparecida de Souza Paiva
Resumo
A Síndrome de Burnout (SB) surgiu por meio dos estudos do psicanalista Herbert. J. Freudenberger, na década de 1970. Observou-se que os voluntários que trabalhavam com ele demonstravam desmotivação, diminuição do humor, esgotamento emocional, etc. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a SB está incluída como um fenômeno ocupacional. Esta não é classificada como uma condição médica, pois é resultado do estresse crônico no local de trabalho que não foi bem gerenciado (OMS, 2019). Dessa forma, o excesso de estresse pode causar inúmeros riscos impactando de maneira negativa a relação professor-aluno, gerando questionamento sobre a escolha profissional e podendo desencadear a SB. Sendo assim, o objetivo desse artigo é alertar a sociedade sobre o excesso de estresse estar desencadeando a Síndrome de Burnout em uma parcela grande dos profissionais da educação, bem como tentar buscar alternativas para tentar ajuda-los a diminuir esses problemas. Assim é necessário que ocorram subsídios por parte das políticas públicas prevenindo a melhora da saúde desses profissionais. Ainda, os resultados encontrados nos artigos podem servir para prevenir os afastamentos constantes do trabalho, abandono da profissão, baixa produtividade em sala de aula e tantas outras variáveis, tais como ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração que podem ser identificadas como incapacidade do professor de lidar com a (SB). Evitando que uma parcela destes profissionais procure ajuda, já quando é tarde, correndo o risco da síndrome já estar instalada há muito tempo, causando sintomas físicos e psíquicos seriíssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce
Palavras-Chave:
Síndrome de Burnout; Professores; Alunos; Jovens; Sociedade, escola.





