BRINCAR COM O QUE NÃO É BRINQUEDO

Débora Aline Trajano Santos

Resumo

Este artigo tem por objetivo refletir sobre a importância do brincar com qualidade dentro de um espaço planejado e organizado, tendo em vista que os espaços investigativos propõem diferentes descobertas e diversas aprendizagens. O trabalho é apresentado em três partes. A primeira constitui-se de uma reflexão sobre o direito ao brincar garantido por lei e sua importância no desenvolvimento infantil. A segunda refere-se à qualidade dos brinquedos industrializados diante das diversas materialidades e objetos do cotidiano que podemos oferecer às crianças e bebês dentro de um contexto provocador. A terceira aborda a importância dos espaços brincantes organizados em forma de cantos ou “cantinhos”, bem como a necessidade de se planejar espaços convidativos e não normalizadores. Ao final do trabalho foi elaborado reflexões acerca da mediação do educador ou do adulto, destacando a participação ativa por meio de uma escuta ativa e sensível de todo o processo, rompendo com toda observação passiva.

Palavras-Chave: 

Brincar; Brinquedos industrializados; Objetos instigantes e provocadores.

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