AS HISTÓRIAS INFANTIS E AS ANÁLISES PSICOPEDAGÓGICAS

Lidiane de Souza dos Santos Araújo

Resumo

Esse artigo vem buscar reflexões a respeito das contações de histórias sobre a perspectiva uma análise psicopedagógica. Pensar o conto de tradição oral como instrumento de trabalho na área da educação, da psicopedagogia, da psicoterapia, da arteterapia, na atualidade, pode causar certa estranheza, já que estamos num tempo em que se procura sufocar qualidades como a memória e os saberes de antigamente, afinal estamos na era das máquinas, dos computadores e, consequentemente, a habilidade do ouvir e do contar histórias, ficou para trás, mas, falar em memória, significa falar do encontro entre a memória e a tradição social efetuada pelo exercício da oralidade; significa também reavivar e atualizar a memória social de um povo, bem como abrir as vias de acesso a uma cultura autêntica do conto; uma cultura de transmissão de ensinamentos por meio da palavra falada. Esse é um desafio que vem nos cercando. Nossas vidas estão cheias de máquinas, de mídia, de televisão e carentes de histórias, bem como de contadores, com eloquência para fazê-lo.

Palavras-Chave: 

Desafio; Memória; Tradição Oral.

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