EDUCAÇÃO INFANTIL: OS CONTRIBUTOS DA NEUROCIÊNCIA PARA A PRÁTICA DOCENTE FRENTE AS CRIANÇAS DE 4 E 5 ANOS

Luciene Souza Dias

Alfabetizar na etapa final da Educação Infantil é um tema que gera muitas discussões, algumas escolas que atendem crianças de 4 e 5 anos trabalham atividades sistemáticas de antecipação da codificação e decodificação da leitura e escrita, outras escolas acreditam que a primeira infância deve ser respeitada, acreditando que todo potencial da criança seja desenvolvido por meio de experiências que estimulem todas as áreas do cérebro: o sensorial, o psicomotor, a afetivo e o cognitivo, por meio de jogos e brincadeiras. O presente artigo analisará quem são os sujeitos da aprendizagem, crianças de 4 e 5 anos, revelando os princípios de como funciona o cérebro e o sistema nervoso no processo de aprendizagem com base nos estudos da neurociências, que investiga o processo de como o cérebro aprende nos aspectos biológico e afetivo, trazendo subsídios importantes sobre as etapas da estruturação e organização cerebral, que aliados a área da educação possibilitará ao educador um fazer pedagógico que leve em consideração o ambiente facilitador, as estratégias de ensino que respeitam a maneira e o tempo que o aluno aprende. Sabe-se que a Educação Infantil é a etapa mais importante da escolarização, por isso, o foco não deve ser o conteúdo, mas sim o desenvolvimento da criança por meio de um ambiente facilitador de estímulos e vivências concretas em que as crianças se desenvolverão nas áreas: motora, sensorial, cognitiva, tendo a possibilidade de construir a inteligência emocional, fortalecendo os vínculos afetivos e sociais.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Educação Infantil; Neurociências; Crianças; Formação de Professores.

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