ENTRE A DERIVATIO NATURALIS E A DERIVATIO VOLUNTARIA:
REFLEXÕES SOBRE O TRATAMENTO DO GRAU EM UMA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Rodrigo Agra dos Santos

Milene Bazarim

Este trabalho apresenta os resultados da análise dos processos de flexão e derivação, sobretudo a questão da classificação do grau dos substantivos, na Gramática da Língua Portuguesa de Cipro Neto e Infante (2010), à luz dos estudos da Linguística. Mais especificamente, o objetivo do estudo foi verificar se a gramática analisada apresentava o mesmo tratamento adotado pela Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), a qual classifica o grau como sendo um processo flexional, ou se aderia à perspectiva da linguística que considera o grau como derivação. Trata-se, portanto, de uma pesquisa qualitativa que utiliza elementos tanto do estudo de caso quanto da análise documental e que está fundamentada teoricamente em pressupostos do campo de estudos da morfologia estruturalista. Os resultados apontam que a gramática de Cipro Neto e Infante (2010) se alinha às concepções da Linguística ao abordar o grau como derivação.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Derivação; Flexão; Grau dos substantivos.

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