A REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA E A PERDA DA AURA DA OBRA DE ARTE EM WALTER BENJAMIN

José Saraiva da Silva

Este artigo propõe-se a análise dos textos benjaminianos, que se referem direta ou indiretamente às manifestações artísticas na esfera privada ou coletiva da sociedade europeia do século XIX e início do século XX. Aborda o tema da crítica filosófica, colocando-o em contraponto aos conceitos da Ética, Estética e das teses da História. Também, trata da percepção ótica (flâneur) e percepção tátil (colecionador). Reflete sobre algumas das finalidades da modernidade e discute sobre a compreensão benjaminiana da leitura da obra de arte e sua reprodutibilidade técnica nos tempos modernos e tecnológicos do pós-guerra, principalmente no que se refere ao cinema e a fotografia, como médium de reflexão filosófica e das linguagens dos meios midiáticos. Avalia o desaparecimento da aura do objeto de arte, da sua multiplicação desenfreada, do chamado sósia, isto é, da mercadoria fabricada em serie pela grande indústria, como fenômeno de desrealizações e despersonalizações, assim como a fantasmagoria do consumo.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Arte; Aura; Filosofia; Reprodutibilidade Técnica; Modernidade.

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