A ARTE NA EDUCAÇÃO

Daleia de Melo Oliveira

Segundo o Currículo da Cidade (SÃO PAULO, 2019 p.89) os bebês e as crianças não são sujeitos passivos, que apenas incorporam a cultura adulta e vivem em um mundo à parte. Ao contrário, crescem e se constituem como sujeitos nas relações sociais, ou seja, constituem as suas identidades como crianças e como membros desses grupos sociais, criando as suas culturas infantis, que são todas as manifestações que bebês e crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental expressam com as diferentes linguagens. Assim, entende-se que é fundamental considerar bebês, crianças e suas culturas infantis como fonte de conhecimento, transformação e qualificação da ação educativa para professoras(es).
Existem dois conceitos sobre a arte: como expressão e como cultura. A arte como expressão é a capacidade de bebês e crianças interpretarem suas idéias por meio de múltiplas linguagens. Já a arte como cultura, apresenta o conhecimento da história, dos artistas que tanto contribuem para a transformação da arte. Nesse sentido, é muito importante que o educando tenha um leque de conhecimento acerca do seu próprio país e do mundo. Não se conhece um país sem conhecer a sua história e a sua arte.
As artes acrescentam a possibilidade de interculturalidade, de trabalhar diferentes códigos culturais. As Unidades Educacionais devem trabalhar com diversos códigos, não só com o europeu e o norte-americano branco, mas com o indígena, o africano e o asiático. Os Bebês e as crianças, são protagonistas de suas ações e constrói assim, vivências significativas e potencializam seu próprio conhecimento.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Arte; Educação; Bebês e crianças.

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