UMA AULA NÃO TRADICIONAL PARA A EXTRAÇÃO DE PIGMENTOS DO BARRO COMO FORMA DE LUDICIDADE PARA O RECONHECIMENTO COLETIVO DAS ORIGENS E ANCESTRALIDADES DO ESTUDANTE NO CIEP 031

Félix Hermínio Pereira Junior

Atualmente o professor, principalmente de escola pública, deve ser um profissional, que igualitariamente, transcende os limites, as dificuldades e os obstáculos apresentados em seu cotidiano pela educação tradicional. Isso implica em repensar as aulas. Dando-lhes um caráter mais diversificado e inovador e planejar as aulas pela perspectiva do aluno e para o aluno. Dessa forma, valorar a ancestralidade, a moradia, a cultura e o conhecimento prévio do aluno, ou seja, buscar fomentar um projeto que interaja com o viver real e a bagagem histórica e familiar dos participantes. O diagnóstico inicial se elucidou como uma investigação das necessidades do estudante do Ciep 031 a partir da pedagogia Dialógica – Problematizadora, segundo (FREIRE, 2019, PEDRINI e SAITO, 14). Esse diagnóstico segue uma metodologia da “Dinâmica de Investigação Temática” proposta por Freire, (2019), Loureiro e Torres (2014), a partir da libertação emocional de um Tema Gerador por diferentes fases de interação professor, aluno e comunidade. Essas fases dialógicas possibilitam o reconhecimento do ambiente em que o aluno vive socialmente (PEDRINI e SATO, 14, p.78;81). Essa atividade não tradicional proporcionou uma reflexão crítica sobre os efeitos danosos da tinta industrial e a diminuição das impermanências sociais. Para isso, se usou a valoração da ludicidade por intermédio dos escritos de (FREIRE, 2019). Por que o desenvolvimento de uma aula com pigmento extraído do barro e fora do tradicional, seria interessante no fortalecimento das inter-relações entre os meus alunos do Ciep 031 do Ensino Médio Integral da Rede Pública Estadual, do Município de Duque de Caxias, RJ? E por que não, chamar os alunos para ser um “sujeito restaurador”, em dialogicidade para desenvolvermos junta essa aula lúdica e coletiva? Com essa aula não tradicional iremos gradualmente problematizar o querer do aluno com a sua realidade local, os seus desejos, suas angustias e anseios (FREIRE, 2019).

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Educação; Aula não tradicional; Aula dialógica.

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