TRANSTORNO BIPOLAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Sueli Cardozo

Sabe-se que nas últimas duas décadas inúmeros estudos epidemiológicos propiciaram um maior da ocorrência e do curso dos transtornos mentais, consentindo que se conheçam as consequências diretas e indiretas das doenças, como prejuízo no funcionamento individual, familiar e social. Sendo assim, todas as pessoas durante a rotina diária, sentem alegria, tristeza, medo, desânimo, apatia, falta de interesse pelas coisas da vida, enfim, em vários momentos da vida, com maior ou menor intensidade, ocorrem inúmeros sentimentos. Geralmente, é normal a pessoa ficar alegre com uma vaga de emprego, com uma conquista amorosa, nascimento de um filho etc. Dessa maneira, o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), também conhecido como Transtorno Bipolar do Humor (TBH) ou, como era conhecido, Psicose Maníaco-Depressiva (PMD), é uma doença relacionada com o humor ou o afeto. Assim o TAB se caracteriza por alterações do humor, com episódios depressivos e maníacos que são alternados durante a vida. Dessa foram, o objetivo desse artigo é alertar para a existência de Transtorno Bipolar precocemente em crianças e adolescentes, que é algo que não se ouvia antigamente. Assim, essa revisão bibliográfica poderá ajudar a sociedade a identificar tal patologia e ajudar tantos pais quanto educadores a entender determinados comportamentos e atitudes desses indivíduos. Sabe-se que inúmeros casos de transtorno bipolar não são diagnosticados. Por isso, é necessário o conhecimento da patologia, para que existam intervenções terapêuticas e também profiláticas. Por isso, é necessária a continuidade de pesquisas desenvolvidas nessa área, e com isso poderá contribuir para que ocorra elaboração de programas de intervenção psicossocial que serão direcionados para essas famílias que têm filhos com esse problema. Assim, dialogando com a família, professores e a sociedade como um todo, é que será possível que essa criança ou adolescente, seja caminhado para tratamento precocemente e todos compreendam e consigam lidar com o problema.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Transtorno Bipolar; Educação; Adolescentes; Educadores.

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