PRÁTICA PEDAGÓGICA LIBERTADORA:
A DECOLONIALIDADE NO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Genilda Alves Nascimento Melo

Célia Jesus dos Santos Silva

Andreia Quinto dos Santos

Este artigo propõe discutir a necessidade de reconstrução da prática docente, em momento de pós – modernidade, regatando modelo de educação emancipatório, a fim de reestruturar identidades distorcidas no modelo eurocêntrico. A base teórica está fundamentada em Freire(1996); Bauman(2007); Delores(1996); Demo; Barbier(1996); Lander, et al; Nóbrega(2003); Santos(2010); Quijano e Mognolo(2005) e suas o mudanças de paradigma, superando o conservadorismo pedagógico, na busca de estratégias acertadas que possam acompanhar a velocidade das mudanças, frente as grandes transformações, por que passa a sociedade. Apesar de grandes mutações, a escola atua lentamente; professores confusos quanto a sua identidade no fazer pedagógico. As ações em sala de aula precisam ser criativas, atrativas, pois a tecnologia veio para mudar. Ao mesmo tempo, há uma dominação ideológica, em que alguns sujeitos têm poder e voz, em detrimento de outros; a cultura de um é superior à do outro, sujeitando o dominando o ser. Método – pesquisa qualitativa, pautada no caráter subjetivo, que permite a dialogicidade e a valorização entre os sujeitos. Resultados: Faz – se necessária mudança de concepções e de postura didático – pedagógica do professor, definir estratégias descolonizadores, interventivas, para uma educação emancipadora.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Descolonização da mente do professor; Prática emancipadora; Reconstrução identitária.

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