COMPETÊNCIAS PSICOEMOCIONAIS
NECESSÁRIAS PARA COEXISTIR E EDUCAR

Lucinéia Contiero

Preocupada com a formação de crianças e jovens, o questionamento que incita este artigo é: qual a possibilidade de sustentarmos a nossa integridade, individual e coletiva? Busco resposta a tal questionamento a partir de uma reflexão sobre o perfil emocional/psicológico/social do indivíduo em formação e do indivíduo educador, considerando que, por contextos biológicos e psicoemocionais, nem sempre o educador é efetivamente apto a formar um ser humano nos valores fundamentais para o benefício social. Uma compreensão do significado da própria vida não é subitamente adquirida numa certa idade, nem mesmo quando se alcança a maturidade cronológica. A aquisição de uma compreensão segura do significado da vida constitui a base da maturidade psicológica que é construída degrau a degrau: resultado final de um longo processo de desenvolvimento que se dá em cada idade que buscamos alguma quantidade módica de significado congruente com o quanto nossa mente e compreensão já se desenvolveram. A pesquisa realizada e que ora oferece dados de resultado em caráter amplo de discussão, leva a perceber que o sentido da existência é construído por pequenos passos a partir do começo mais irracional e apenas na idade adulta obtemos uma compreensão inteligente do significado da própria existência a partir das experiências vividas. E é a figura do educador que torna possível ao indivíduo, idade a idade, sentir-se satisfeito consigo e com a própria vida. Contribuem com esta reflexão autores como Freud(1996), Kolberg (1981), Erikson (1966), Klein (1952), Piaget (1967), Antunes (2015), entre outros.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Educar; Competências Psicoemocionais; Formação humana.

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