INCLUSÃO: EXIGÊNCIA LEGAL E DIREITO DO EDUCANDO

Elaine Caroline de Freitas

RESUMO:

Este artigo tem como objetivo evidenciar o que já foi publicado em educação especial analisando o percurso histórico para entender às práticas Inclusivas, sendo apenas tentativas devido à exigência legal ou de fato, ações legítimas, localizadas no âmbito educacional enquanto criança ou social quando já na maior idade. Assim sendo, observa-se o percurso histórico da vivência das pessoas com necessidades especiais, primeiramente, totalmente excluídas, exterminadas, sem direito a viver, depois, segregadas e de certa forma acolhidas em casas e abrigos, posteriormente integradas à sociedade, grande parte frequentando as salas e o ensino em escola regular, com direito a trabalho devido à política de cotas, entretanto incluir é atender a todos, deixar de seguir um padrão seja este físico, intelectual ou racial, enxergar essas pessoas como cidadãos de direitos e capazes de se inserir no mundo de forma autônoma e com vida independente. É relevante citar ao longo deste as leis que já sancionadas, e, portanto, legais, necessitam se tornarem legítimas para que a inclusão de fato aconteça.

Palavras-Chave: 

Educação Especial; Práticas Inclusivas; Leis; Cidadãos; Direitos.

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