RELIGIOSIDADE, ESPIRITUALIDADE E FÁRMACO NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Pedro Santana

O artigo vem esclarecer de forma lacônica o que margeia a ambiguidade do uso da religiosidade, espiritualidade e fármaco, em relação ao tratamento da dependência química, como também se estendendo a família do dependente, deslumbra sobre as perspectivas do êxito no tratamento mediante os usos isolados ou reunidos da religiosidade, espiritualidade e fármaco, bem como a obrigação do dependente químico em ter que seguir as diretrizes de determinadas instituições, na qual se apresenta de forma latente e continua como sendo a religiosidade e espiritualidade a única forma de tratamento, diante do contexto vem mostrar de forma transparente o ônus e o bônus da aplicação unicamente da religiosidade e espiritualidade diante do tratamento, o fármaco mesmo com a construção de caráter contraditório, é ao mesmo tempo indispensável, mas se ver que é algo infelizmente comum diante da falta de conhecimento das pessoas sem formação profissional e/ou que simplesmente são conservadoras religiosas, o respectivo escrito tem como foco as organizações privadas. No Brasil infelizmente representa a maioria institucional para fins de tratamento da dependência química.

RESUMO:

Palavras-Chave: 

Religiosidade; Espiritualidade; Dependência química; Fármaco; Tratamento.

Baixar texto completo

PDF_ico.png