O TRABALHO E A EFICÁCIA DA PROPOSTA
CONSTRUTIVISTA NA ALFABETIZAÇÃO

Lucinaide Aparecida Oliveira Viana

RESUMO:

Na área da educação destaca-se a necessidade de termos como ponto de partida de trabalho o educando, com sua história de vida e seu cotidiano. Para que isso se concretize é preciso que os educadores conheçam seus alunos em suas condições reais de vida, reconhecendo-os como sujeitos completos e concretos, compreendendo suas características cognitivas, afetivas, sociais e físicas. Dentro dessa perspectiva, o aluno é visto como um indivíduo que traz conhecimentos decorrentes de suas estruturas cognitivas e de suas aprendizagens e experiências vividas, assim também os recebe do meio ambiente. E são nessa interação intrapsíquica (dentro de si próprio) e inter ideias (com o meio e os outros) que os conhecimentos ou aprendizagens são construídos. Partindo deste pressuposto, como trabalham os professores adeptos a Proposta Construtivista Sociointeracionista na Escola Pública? Com base em experiências adquiridas nas escolas públicas, na realização dos estágios, percebemos que os professores têm dificuldades de trabalhar com a proposta Construtivista Sociointeracionista na escola: devido ao número de alunos em sala de aula, falta de recursos, por desconhecimento do próprio da proposta ou distorção da mesma. A alfabetização por meio da Proposta Construtivista utiliza-se de meios que levam o aluno ao raciocínio e estímulo ao pensamento com relação ao problema e resolução, quando isto não é praticado, o aluno torna-se um ser passivo, sem consciência crítica. A postura acadêmica do professor não está garantindo maior mobilidade à agilidade do aluno (tenha ele a idade que tiver), é necessário que o educador trabalhe o aluno como uma pessoa inteira, com sua efetividade, percepção, expressão, sentido, crítica e criatividade.

Palavras-Chave: 

Construtivismo; Alfabetização; Aprendizagem significativa.

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