A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROCIÊNCIA NA SINDROME DE ASPERGER

Suzana Rosa dos Santos Silva

RESUMO:

O presente trabalho tem como objetivo analisar o papel da Neurociência no trabalho com educandos com Síndrome de Asperger. Percebeu-se o quanto este assunto é pouco conhecido por parte dos profissionais que precisariam ter um conhecimento maior e mais específico sobre o tema para atender a indivíduos com Asperger e propor estratégias para que estes possam se desenvolver, dando suporte às famílias, que se mostram ansiosas. A Síndrome de Asperger é um transtorno do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não envolver nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. O ser humano precisa ser visto em sua totalidade. É importante evidenciar que no campo da Neurociência têm acontecido diversas descobertas e estudos que ajudam a esclarecer e desvendar como o cérebro e suas funções interferem diretamente na vida do ser humano. Compreender o cérebro da criança ou do adolescente e seus processos cognitivos colabora na intervenção, quando necessária, no desenvolvimento linguístico, psicomotor, psíquico e cognitivo destes, estabelecendo, desse modo, alternativas no processo educativo para que se tornem possíveis a inclusão e o aprendizado das crianças com deficiência. Um profissional habilitado nessa área pode realizar diversos estímulos e práticas que podem assim auxiliar na vida cotidiana e no comportamento humano, ou seja, sua percepção, atenção e vida afetiva.

Palavras-Chave: 

Síndrome de Asperger; Família; Escola; Intervenção; Neurociência.

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